quarta-feira, 19 de novembro de 2008

White day

Confesso que há tempos não passava por aqui. Talvez pela vida ter assumido uma identidade estranha. Aliás, o mesmo posso falar de Alice: estranha! Assim como o dia de hoje: estranho! Estranho e branco.

Engraçado isso. Dia branco é o nome de uma música do Geraldo Azevedo, que eu canto mentalmente tem uns 4, 5 meses. Só que eu nunca soube que o nome dessa música era esse, muito menos o motivo desta música não sair da minha cabeça. Mas ontem eu descobri as duas coisas. E não foi Alice quem me disse. Foi um acaso. Um infeliz acaso.

Se você vier/Pro que der e vier/Comigo.../Eu lhe prometo o sol/Se hoje o sol sair/Ou a chuva.../Se a chuva cair/Se você vier/Até onde a gente chegar/Numa praça/Na beira do mar/Num pedaço de qualquer lugar.../Nesse dia branco/Se branco ele for/Esse tanto/Esse canto de amor/Oh! oh! oh.../Se você quiser e vier/Pro que der e vier/Comigo/Se você vier/Pro que der e vier/Comigo.../Eu lhe prometo o sol/Se hoje o sol sair/Ou a chuva.../Se a chuva cair/Se você vier/Até onde a gente chegar/Numa praça/Na beira do mar/Num pedaço de qualquer lugar.../E nesse dia branco/Se branco ele for/Esse canto/Esse tão grande amor/Grande amor.../Se você quiser e vier/Pro que der e vier/Comigo/Comigo, comigo.

E a conclusão é só uma: amadurecer dói tanto, mas tanto, que tira até o ar.
Bjks

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